September 14, 2012

PAPA TUDO 通吃 1 - 1 嵐鋒 LAM FONG

AGORA TOCOU AO PAPA-TUDO O EMPATE COM SABOR A VITÓRIA

Guarda-redes: Vasco Bismark
Defesas: Rui Silva, Ricardo Sá Carneiro, Bruno Oliveira
Ataque: Hélder Beja, Alexandre Bastos, Kamará

O jogo começou numa toada de estudo. Poucas notas se tomaram durante o jogo. Apenas um breve cronograma.

5' - Bruno Oliveira numa incursão quase faz golo. Troca-se bem a bola.
17'- Uma infeliz perda de bola gera um pronto contra-ataque do Lam Fong cujo avançado faz um chapéu indefensável.
25'- Intervalo. Sai Kamará e entra Oswaldo Noronha.

26'- No reatar da partida, e num belíssimo movimento atacante, Rui cabeceia para o golo do empate. 1-1
O jogo passa a ser mais do Papa-Tudo.
36'- Numa ofensiva Hélder Beja não consegue o toque final.
Vasco Bismark faz duas defesas incríveis. 
42'- Noutro ataque dos muitos, Oswaldo cruza para o aniversariante Alexandre Bastos que não consegue concretizar. Duas perdidas que nos dariam a vitória.
46'- Marcelo Yee entra para o lugar de Ricardo Sá Carneiro.
Curiosamente o árbitro desconta tempo (ao contrário do habitual) e o jogo termina depois de um canto a favor do Papa-Tudo, não concretizado. Mas a equipa mostrou que tinha argumentos para ganhar.

Com o Papa-Tudo, o Sporting Clube de Macau consegue ter a maioria dos seus jogadores em actividade e competição.

Agora desejamos muito uma vitória da equipa do Sporting Clube de Macau, no dia 25, dia em que comemora 86 Anos.
Saudações Leoninas!!!

September 12, 2012

COMEMORAÇÃO DOS 86 ANOS DO SPORTING CLUBE DE MACAU


Caros Consócios, Jogadores e Adeptos,

O SPORTING CLUBE DE MACAU vai comemorar o seu Aniversário em diferentes momentos. O primeiro será mesmo no dia 25 de Setembro, por alturas do jogo entre o Sporting Clube de Macau e o Hou Chon, pelas 21:30, no campo do Colégio D. Bosco.

Será um momento especial, porquanto pedimos autorização à A.F.M. (de que ainda aguardamos resposta) para que um bolo de aniversário possa descer ao campo por cinco minutos antes do encontro para serem sopradas as 86 velas e cantados os Parabéns. Convidámos a equipa de arbitragem, o representante no local da A.F.M. e a equipa adversária para estarem presentes na singela cerimónia.

Se por qualquer rigor não houver resposta, sendo o último jogo da noite, iremos comemorar depois do jogo. Os Sportinguistas não desarmam se não lhes forem concedidos cinco minutos.

Assim, no dia 14 ir-se-á fazer a distribuição das camisolas durante o jogo do Papa-Tudo e desde já se convidam todos os sócios para o jogo do Papa-Tudo pelas 18:30 do dia 14 de Setembro p.f. 

Iremos apoiar a outra equipa do Sporting para que todos os nossos jogadores estejam em actividade.
No dia 25 pede-se a todos os jogadores que enverguem ou as camisolas do Sporting Clube de Macau (no Papa Tudo são jogadores do Sporting) , ou as camisolas verdes de treino, e se juntem na altura do bolo para cantar e soprar as 86 velas.
Do mesmo modo pedimos a todos os sócios e adeptos que enverguem as suas camisolas e venham participar no jogo e na celebração, devidamente equipados para mostrarmos o que é um Clube, mesmo sem sede.

Todos estão convidados. As equipas representam, neste momento, o símbolo da nossa identidade, do nosso querer e da nossa garra.
VEM CELEBRAR CONNOSCO!!!
Saudações Leoninas!


September 2, 2012

EMPATE COM SABOR A VITÓRIA

Sporting Clube de Macau 1 - Tim Iec 1

O Sporting alinhou com
Guarda-Redes: Wayne Xavier
Defesas: Luís Monteiro, João Godinho e Nuno Sampaio Nunes
Atacantes: Jorge Vale, Pedro Bettencourt e Rui Pires
Suplentes: Rodrigo de Matos e Sérgio Silva Gaspar

O jogo começou, afirmando-se em pouco tempo a superioridade da equipa do Sporting, "desfalcada" de alguns dos seus jogadores, ainda em férias ou que partiram de férias.
A primeira parte foi de domínio do Sporting perante os jogadores do Tim Iec, quase todos de invulgar altura e estampa, mas que não serviram sequer para intimidar os nossos jogadores que ganharam todas as bolas disputadas, sem que a equipa contrária conseguisse aproximar-se com perigo das nossas redes.
Findos os 25 minutos da primeira parte, a sensação que se tinha é de que o trabalho e o treino, que se querem sistemáticos, dá frutos.
Na rectaguarda, Luís Monteiro fazia incursões pelo meio-campo adversário, o mesmo sucedendo a João Godinho, chegado de férias há apenas 24 horas e também Nuno Sampaio Nunes, que à vez desarmavam os adversários.

No reatar da partida, aos 28 minutos, Rui Pires arranca pela direita, imbatível, e cruza para Luís Monteiro que o tinha acompanhado na louca correria, marcando um belo golo de bola corrida, fruto do bom entendimento entre os dois.
Era mais que justificado este golo que já tardava.
Dava gosto ver o modo como toda a equipa desarmava o adversário, ganhava as segundas bolas, desfazia à nascença os ataques e, à semelhança dos colegas de trás, Jorge Vale e Rui Pires combinavam com o novo reforço Pedro Bettencourt - possuidor de um pontapé forte e boa técnica, ainda a adaptar-se ao futebol de sete - nos raids que faziam pelo meio-campo do adversário.
Contra a corrente do jogo, pelos 39 minutos, na sequência de um canto marcado à maneira curta, o adversário consegue cruzar e rematar, aproveitando um momento de menor concentração, fazendo o golo do empate, sem culpas para Xavier.
Os jogadores do Sporting não acusaram o toque. Pelo contrário, iam para cima do adversário.
Aos 41 minutos entra Sérgio Silva Gaspar para o lugar de Jorge Vale. Na sequência desta troca, João Godinho toma o lugar de Jorge Vale, e Sérgio Gaspar ocupa o lugar do polivalente Godinho na defesa.
Por duas vezes sucederam-se livres contra o adversário, uma das vezes acompanhado de cartão amarelo.
O jogo terminou aos 50 minutos, sem compensações, com um sabor a vitória adiada. O Tim Iec não convenceu, apesar de vir aureolado como a outra equipa mais forte do grupo.
Todos jogadores e a equipa técnica estão de parabéns pelo excelente desempenho, independentemente do resultado alcançado, fruto de um trabalho consistente e de um óptimo balneário, que vai dando os seus frutos.
A direcção aproveita para também para agradecer ao dedicado Sportinguista, Paulo Coteriano, a cobertura fotográfica que fez e que tem vindo a fazer.

Saudações Leoninas

September 1, 2012

VEM APOIAR A NOSSA EQUIPA

Caros Consócios,

Amanhã, dia 2 de Setembro, pelas 18:30, o Sporting Clube de Macau defronta a forte equipa do Tim Iec no velho sintético do Colégio D.Bosco.
Seria excelente que os sócios e adeptos pudessem estar presentes para apoiar o nosso clube, pertencente à comunidade minoritária de Macau que, apesar disso, tem uma história de quase 86 anos.
Ser-se sócio é, no caso do Sporting, assumir a pertença à nação leonina, cujo lema incontestado é “esforço, devoção, dedicação e glória”. Isto é,  ser dedicado ao Clube e à equipa.
Em Macau existe uma enorme diversidade de solicitações e prioridades compreensíveis. Porém vale a pena fazer mais este apelo para que os sócios possam vir apoiar a equipa.
Se bem que o futebol de sete não seja a nossa prioridade, se somos obrigados a participar, pois que o façamos com todo o empenho e brio. É costume o Sporting Clube de Macau arrastar consigo algum público, mas nunca somos demais.

A título de retrospectiva, saberão os sócios que a direcção do Sporting Clube de Macau tem vindo a lutar para que os relvados dos três campos de Macau possam ser sintéticos por forma a suportar a enorme carga de jogos e, assim, melhorar os equipamentos desportivos de Macau. Como é óbvio, sem campos preparados para jogos e treinos, não há maneira de o futebol em Macau evoluír. E nesta nossa visão contamos com o apoio do Presidente Godinho Lopes.

Com efeito, recentemente foi noticiado na imprensa local que o A.C.Milan encerrou a sua escolinha de futebol, sendo uma das razões a falta de espaço.

Do mesmo modo parece absolutamente incompreensível que seja obrigatório jogar o campeonato de futebol de sete para se jogar o futebol de onze. Em vez de criar campeonatos paralelos, de inscrição livre para o futebol de sete, tendo contudo em conta que a bolinha pode ser a forma de promoção de equipas para a terceira divisão e o receptáculo das equipas que são despromovidas da 3ª. divisão, tal parece não ser incompatível com o facto de se disputarem campeonatos paralelos, como existiu no passado, quando existia a Associação de Futebol de Miniatura de Macau e a Associação de Futebol de Macau, que tinha duas divisões.

Com esta inflacção de equipas, algumas pertencentes à mesma organização, com esta desorganização que faz recordar o trânsito caótico e novo-rico de Macau e, para cúmulo, com uma gestão do parque desportivo que inviabiliza treinos, futebol de formação e toda uma reorganização feita por uma A.F.M. longe da competência, vai-se prosseguindo numa marcha em direcção a nenhures, lugar do marca-o-passo.

Mas o Sporting Clube de Macau não desiste de pensar nestas “ninharias”.
Entretanto, enquanto nada se decide, voltamos a convidar os sócios a cerrarem fileiras e apoiarem a nossa equipa que tem jogadores ainda de férias.

Dá força à força do nosso querer.
Saudações Leoninas!!!

August 12, 2012

MAGNIFICÊNCIA E PERPLEXIDADE


Os primeiros jogos olímpicos em que a China ganhou a primeira medalha de ouro aconteceram em 1984, em Los Angeles, quando Xu Hai Feng, no país dos cowboys, ganhou a competição de tiro de pistola a 50m.
Mas prontamente Li Ning, o príncipe dos ginastas, ganhava 3 medalhas de ouro, 2 de prata e 1 de bronze.
Em 1988, nas olimpíadas de Seoul a R.P.C. terminou em décimo primeiro lugar no ranking das medalhas. Nos jogos seguintes, em Barcelona, 1992, a R.P. da China terminou em quarto lugar em matéria de medalhas. Em meros 16 anos, percorrendo Atlanta, Sydney e Atenas com rankings de quarto, terceiro e segundo país mais medalhado, Pequim consagra a R.P.C. como a campeã das medalhas, totalizando 100, das quais 51 de ouro, 21 de prata e 28 de bronze.
No momento em que este texto é escrito, a China lidera com 31 medalhas de ouro, 19 de prata e 14 de bronze.
Para um país que no século XIX foi vítima de duas Guerras do Ópio, em 1839 – 1842 e 1856 – 1860, impostas pelo império britânico, para um país que sofreu a inaudita humilhação de ter legações no seu solo onde era proibida a presença a "cães e a chineses", para um país que sofreu na carne as bestialidades de massacres como o de Nanjing e se defrontou com uma guerra civil em que o decadente poder dito Nacionalista, enfeudado em teias de promiscuidades várias terminou na ilha Formosa, com todo o ouro da China, pode-se dizer que foi épica a reconstrução da pátria de Lao Tzu, Confúcio, Mêncio, Li Bai, e tantos outros.
Como as vinganças se servem frias, assim a R.P. da China aprendeu rapidamente com os erros do passado e, reerguendo-se, cumpre por inteiro a profecia de Bonaparte e do seu arauto do século XX: Alain Peyrefitte. O mundo tremerá quando a China acordar.
Hoje, apesar das enormes contradições, a R.P. da China, com o seu tremendo pragmatismo, eufemisticamente um país de economia emergente, há já muito que vem fazendo simbolicamente afirmações do seu poder. Os Jogos Olímpicos são disso simbólico exemplo.
Assim, e empregando a terminologia tradicional chinesa, direi que é magnificente a presença da China no palco desportivo do mundo.
A acompanhar esta magnificência, a televisão tem sido pródiga em mostrar a tecnologia ao serviço do desporto. Desde as pistas de tartan onde se correm os cem, duzentos, quatrocentos, oitocentos metros e tantas outras distâncias, até aos varões de fibra de vidro para o salto à vara, ou aos arcos para flecha, passando pelos pisos sintéticos do hóquei em campo, do volleyball, dos tatami sintéticos para judo, até ao piso do ténis de mesa e de partes significativas do trajecto do triatlo, passando pelos instrumentos de medição de tempo e registos de chegadas (photo finish), tudo é – como deve ser – produto da tecnologia que vem provando já nem ser alternativa, mas o único meio credível aos materiais naturais anteriormente utilizados. Londres constitui, depois de Pequim, outra consagração da tecnologia ao serviço do desporto, no prosseguimento do desenvolvimento tecnológico.
Quando as organizações do Jogos Olímpicos - cuja intensidade de utilização de instalações é enorme, conduzindo à natural escolha de materiais capazes de suportar cargas de grande densidade de utilização, conduzindo a opções de durabilidade que ficarão para utilização posterior ao evento – fazem opções assentes sobretudo na tecnologia que capitaliza na imutabilidade dos materiais perante cargas intensivas, demonstrando assim a excelência das mesmas, quando até equipas de futebol, futebol americano e râguebi utilizam relvado sintético de última geração pela durabilidade, baixo índice de manutenção, inalterabilidade no longo prazo. Por fim, quando clubes de nível mundial usam relvados sintéticos para treinos diários com o fim de poupar a relva que é usada apenas no dia do jogo, quando clubes pobres usam relvados sintéticos porque são de fácil manutenção, seria de presumir que em Macau se recolhesse o exemplo do velhissimo sintético do colégio D.Bosco onde a manutenção é quase inexistente e onde jogam 140 equipas em 4 jogos diários.
Perante evidências olímpicas e específicas, perante a confessada carga de jogos que destrói a relva natural de qualidade questionável, que rapidamente se deteriora face à intensidade dos jogos, fica a perplexidade pela inexistência de medidas alternativas.
Por outras palavras, alguns desportos como o futebol e o râguebi, ficam reféns de umas escassas vontades ou, melhor dizendo, da falta delas.
Não se percebe bem é porquê. Se se trata da veneração por valores mais altos que, por volta da época do Natal queiram utilizar algum estádio, se por falta de esclarecimento técnico específico, se pela teimosia de que relva natural é que é prestigiante - não importa as consequências - numa total distorção do que é o espírito tecnológico-olímpico.
E como nada se esclarece, como nada se diz, constrói-se o terreiro para todas as especulações.
Pelo sim pelo não aqui fica o link para a continuação da petição cuja origem, estando no Sporting Clube de Macau, não pretende senão servir Macau por mais este gesto proactivo. As escolhas entre o óbvio, o evolutivo, o tecnológico de um lado, e o inexplicado (porque inexplicável?) patenteiam-se aqui. O exercício da Cidadania é um valor que cada um de nós devemos assumir. Mas a cada um a sua consciência.

Saudações Leoninas.

August 5, 2012

A ARTE DE OUVIR

Um banco espanhol, o Sabadell, resolveu comemorar o seu 130º. Aniversário oferecendo um concerto absolutamente insólito na Plaça de S.Roc. 
Em resultado disso, nessa aprazível praça, as pessoas pararam e ouviram Beethoven, o surdo, que de tanto talento, sabia o que compunha ouvindo dentro de si. Daqui se entra numa dicotomia que passa pela interacção entre aquele que dá a ouvir (mesmo surdo e depois de morto) e os que ouvem e se maravilham.

Tem isto tudo a ver com a faculdade e o sentido da audição. E aqui nasce a pergunta:
- Será que sabemos ouvir? Saber ouvir é um acto de sabedoria que implica, por óbvia inerência, a erradicação de quaisquer preconceitos. A maioria das pessoas não ouve. Quer, quando muito, ouvir-se e tentar fazer-se ouvir, o que é, no mínimo, curioso e utópico.
Ocorre então aquilo que apelidamos de “diálogo de surdos”, isto é, um notável dispêndio de energias sem resultados práticos senão o constrangimento de energias.
Saber ouvir e, mais ainda, querer ouvir, é a forma mais sábia de aprendizagem, porque nada se ensina, tudo se aprende.

No contexto desportivo e humano, nasce muitas vezes o preconceito que origina a facção e, de facção em facção, como cogumelos, entra-se no processo de hiper-disseminação de facções, dá-se o milagre da multiplicação, da berraria e da surdez. Só que esta surdez não contém música, mas antes e apenas ruído, que não ocorre em nenhuma geografia específica.
Saber ouvir implica a sincera disponibilidade para ouvir o que o Outro, tem para dizer.

O que somos nos diversos estádios das nossas vidas é mais a soma do que ouvimos, vimos e vivenciamos, do que aquilo que ensinamos.
Daí o ditado “não há pior surdo do que aquele que não quer ouvir, nem pior cego do que o que não quer ver”. Assim este escrito, que não aborda nenhuma jogada, nenhum esquema táctico, prefere ser uma proposta de reflexão sobre a A Arte de Ouvir, estimulada por um génio surdo, para que se saiba ouvir atempadamente, não vá o diabo tecê-las e passar-se da audição à auscultação, sobretudo quando os que a tal procedem sabem tão pouco ou sabem tanto que os extremos tocam-se originando inevitáveis ciclos.

O grave em tudo isto, é que, quando se chega à auscultação, é porque se não possui nenhuma ideia, nenhuma base estruturada de raciocínio que conduza a uma boa organização. Saber ouvir é, assim, em todos os casos e situações, como já se disse, um acto de incontornável sabedoria e sensatez.

August 1, 2012

ENTREVISTA DO PRESIDENTE GODINHO LOPES

Caros Consócios,

Historicamente é a primeira vez (pelo menos desde há décadas) que um Presidente do Sporting Clube de Portugal dá uma entrevista a um jornal de Macau.

Respeitamos todos as opiniões, sobretudo quando são formuladas com civilidade e educação como são apanágio de Godinho Lopes e sobre elas reflectimos.

À excepção da formação, cuja implementação caberá directamente a uma parceria que o Sporting Clube de Portugal possa estabelecer em Macau, encontram-se neste blog, em "postagens" muito recentes, todas as sugestões que o Sporting Clube de Macau achou por bem fazer à A.F.M., incluíndo a campanha que está a desenvolver no sentido de uma petição (quem quiser assinar a petição faça-o, na certeza de que, quando fôr conduzido à página seguinte que pede um donativo, já a petição está feita)  para que a mais elementar infraestutura - enquanto indispensável suporte físico da prática do futebol nas suas mais diversas vertentes, da formação infantil, juvenil e júnior, até aos diversos níveis de competição sénior - possa existir para que a referida prática possa finalmente ver a luz do dia.

O Sporting Clube de Macau, como os seus associados e jogadores saberão, não está a lutar pelos seus interesses clubísticos, mas sim pela implementação das mais elementares regras da boa prática do futebol em todos os escalões, por via de uma regulamentação rigorosa que conduza à inteira transparência do futebol de Macau.

Saudamos a entrevista e formulamos votos para que o Presidente Luís Godinho Lopes possa deslocar-se a Macau numa data simbólica não apenas para a celebrar connosco, mas também para se inteirar das potencialidades de Macau.

Saudações Leoninas